terça-feira, 10 de maio de 2011

Colisão de Asteróides!

Olá leitores!

Muito bem, um certo professor aí das Ecologias resolveu casar e largou o impacto do asteróide no último momento! Não deu nem tempo pra civilização terráquea se preparar! Mísseis? Não, boicote! Queremos mais prazo.

Enquanto a civilização terráquea se prepara para receber o impacto do Fernando Azevedo, deixa eu fazer uma tradução prévia do texto que estamos trabalhando em aula.

Não sei a data de publicação do texto que tenho em mãos, mas se for recente, no dia 13 de Junho um asteróide gigantesco, conhecido como 2007 XB10, com um diâmetro de 1,1 kilômetros - e o potencial para causar um dano de proporções globais - passará muito próximo da Terra, a uma distância de 10.6 milhões de kilômetros, o equivalente a 27 vezes a distância da Terra à Lua! A muitos anos que na História da Terra, não surge um asteróide gigante, que possa reescrever nossa história (geológica e cultural também!). A má notícia é que nos próximos 200 anos podemos esperar que pequenas rochas explodam na atmosfera, com força suficiente para devastar uma cidade pequena.

Um Obejto que se Aproxima da Terra (NEO- do inglês Near Earth Objetct) é um asteróide ou cometa que se chega a uma distância de 195 milhões de kilômetros do planeta. Em 2009 a NASA identificou 90 NEO se aproximando a uma distância equivalente a cinco vezes a distância da Terra à Lua e outros 21 NEO que se encontravam a uma distância equivalente a distância da Terra à Lua, ou até menos.  Existem os caçadores de NEOs que tipicamente detectam esses objetos como pequenas manchas que surgem em imagens feitas do espaço e esses lampejos momentâneos podem tornar difícil o cálculo da órbita desses objetos. Assim sendo, os pesquisadores podem fazer apenas inferências de um impacto enquanto aguardam dados mais concretos.

A NASA identificou 940 NEOs com um quilômetro ou mais de diâmetro (!!!) (cerca de 85 % do total estimado com esse tamanho), mas nenhum irá colidir com a Terra. (O NEO que varreu os dinossauros da Terra tinha cerca de 10 kilometros de largura).

A maior ameaça agora são as rochas menores de acordo com um relatório recente do Conselho Nacional de Pesquisas Norte Americano. Esses asteróides e cometas - 100 mil ou mais desses objetos medindo 140 metros ou mais - são pequenos demais para causar um Armagedom, mas mesmo os menores, ao se colidir, poderiam gerar uma energia de impacto equivalente a 300 toneladas de TNT.

E esses eventos ocorrem em média com uma frequência muito maior ( a cada 30 mil anos ou mais para um objeto com 140 metros de diâmetro) do que o impacto com um objeto com um quilômetro de diâmetro (a cada 700 mil anos).

Dado o perigo possível, o Congresso Norte Americano ordenou, em 2005 que a NASA encontrasse 90 % de tais NEOs até 2020. Mas cortes na receita do Congresso tornaram impossível para os cientistas a realização dessa busca. Os "caçadores de NEOs" obtem anualmente cerca de U$ 4 milhões do governo federal.

Em todo caso, em termos de riscos, pesquisadores estão pensando em termos ainda menores, porque o cenário mais provável é encontrarem NEOs com um diâmetro entre 30 e 50 metros, um "assassino de cidades", um meteoro que poderia explodir na atmosfera.

O mais famoso desses devastadores "explosivos aéreos", ocorreu em 1908 em Tunguska, Siberia. Foi um evento que devastou uma área do tamanho da cidade de Londres. A famosa Cratera de Meteoro em Barringer, Arizona, resultou de um meteorito dessa classe de tamanho.



Atualmente, algumas das melhores informações sobre explosões aéreas são mantidas pelo Departamento de Defesa dos EUA. O relatório do Conselho Nacional de Pesquisas, traz informações mais detalhadas sobre esses dados. Segundo o relatório explosões aéreas a 25 metros ocorrem a cada 200 anos.  Muitos explodem sobre os oceanos, onde o risco direto à vida é menor, mas onde o princípio de um tsunami é possível.

Essas são imagens da imensa cratera que existe no deserto do Arizona! Causada pela queda de um asteróide dos pequenos! (Se vierem um dos grandes, já era a Terra galera!)

Valeu!

FONTE: Scientific American - ASTEROID COLLISION

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